Finalmente, a boca que tudo diz para esconder o que está à vista de todos estrepou-se. Durante a Ovibeja, o primeiro-ministro teve uma expressão digna de si-mesmo. A propósito ou a despropósito falou de um momento de optimismo estouvado. Após o facto, não deve ter tido tempo para pensar no que disse e, talvez, por isso, não sorriu. Perante meu receptor de rádio sintonizado na TSF, fez-se um súbito clarão e ribombou uma imensa e saudável gargalhada.... Eureka! Eureka! Gritaria se tivesse procuração de Arquimedes. Mas, mesmo sem procuração e com a devida vénia ao inginheiro inginhoso, sempre vos digo que não nada mais no exercício político deste nosso primeiro que um "estouvado optimismo". Vivó primeiro, o da engricultura, quem os apoiar e neles se apoiar. Viva o optimismo estouvado, viva!
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